Bypass
ientes comedores de doce ou carbohidratos em excesso, beliscadores e naqueles muito sedentário Nessa cirurgia, o estômago é reduzido a um tamanho aproximado de 30 -40 ml, por meio da utilização de instrumentos chamados grampeadores cirúrgicos. Em seguida, o estômago reduzido é ligado diretamente ao intestino delgado (jejuno). O alimento ingerido irá assim percorrer 100cm de jejuno (alça alimentar – Figura 1) para então receber as secreções digestivas vindas do restante do estômago, figado e pâncreas (alça bilio-pancreática Figura 1),, na ligação entre a alça alimentar e a alça bilio-pancreática, chamada entero-anastomose. A partir daí, há mais 3 ou 4 metros de intestino pela frente, aonde ocorrerá a absorção de alimentos (alça comum). Não é retirado nenhum pedaço de intestino. Pode ser realizada por video-laparoscopia (pequenos cortes, com auxilio de vídeo) ou por laparotomia (corte grande). Deixamos rotineiramente um dreno (tubo de silicone) com o qual o paciente vai para casa e é retirado após 7 dias.
As maiores vantagens dessa cirurgia estão na boa perda de peso (35 a 40% em média) e na boa manutenção do peso ao longo dos anos, na grande melhora na saciedade ( o paciente sente menos fome) e no bom controle do diabetes, nos pacientes acometidos desta afecção. As desvantagens estão no fato de ser este um procedimento irreversível, na necessidade do uso de suplementos vitamínicos para o resto da vida e na possibilidade de reganho de peso a longo prazo, em particular nos pacs.

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